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Archive for the ‘Janeiro 2008’ Category

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De Volta as Origens

A cada pulo da HUMANIDADE está se torna mais ignorante.
Hoje nós humanos paramos de observar a vida e começamos a deixar que a vida nos observe. Não nos damos ao direito, nem ao próximo de parar e analisar a vida para saber o que está certo e o que está errado.
Não conseguimos mais observar e ser observados. Não distinguimos mais um elogio de um insulto. Não sabemos mais ser tolerantes e sem preconceitos.
Deixamos de ser seres por si próprios pensantes para sermos objetos pensantes de um só sistema.
Quando olhamos uma pessoa especial, sentimos pena sem olhar para a felicidade em seus olhos.
Vendo uma mulher bonita na rua, olhamos, mas não nos expressamos, não elogiamos sua beleza por medo de represaria, quando tomamos coragem para fazer um elogio sincero e amoroso, somos recebidos por olhares de repugnação.
Hoje nós seres humanos somos preconceituosos e egoístas, só nos importamos com aquilo que será vantajoso para nós mesmos.
Por que não nos voltamos para nós mesmos e vemos o que realmente somos ou o porquê real de existirmos?
Por que não voltamos a brincar com os mesmos prazeres de uma criança?
Por que não podemos nos expressar na hora em que sentimos vontade?
Por que precisamos nos transformar em pessoas ideais para uma sociedade imperfeita?
Precisamos apenas ser nós mesmos.
Precisamos ser felizes.
Precisamos amar e deixar ser amados.
Precisamos nos expressar com o fundo da nossa alma e mostrar a nós mesmos para que existimos, pois este é o sentido da vida, nos conhecer e deixarmos ser conhecidos.


NOTA DA REDAÇÃO:
Bem-vindo Daniel, o mais novo sempre Incomodado.

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note

Verão chuvoso, duas e pouco da manhã não consigo dormi, pego um lápis um papel e começo a rabiscar algumas palavras, elas saem sem nenhuma ordem tentando formar algumas frases, mas o quarto está escuro, e não consigo ver o que escrevo, talvez tenha saído uma frase genial, que mudaria a historia, mas a falta de luz não me permite ter essa grande idéia, continuo colocando palavras sem nexo no papel. Não sei por que teimo em escrever, não nasci pra ser escritor, compositor ou poeta, mas não tem jeito adoro jogar as palavras no papel, raramente sai alguma coisa “boa”. Já passa dás três, estou brincando de escrever a mais de uma hora, e ainda não consegui ler nada. É que hoje tem visita em casa não estou em meu quarto não posso acender a luz se não acordo meu companheiro de quarto. Já faz algumas noites que não durmo bem, é um dorme acorda, dorme acorda, até que não durmo mais, ai fico olhando o teto, observo de longe meus pensamentos, ouço as batidas do meu coração, mas por vezes sou interrompido por barulho de carros cruzando as madrugas solitárias. Pra onde será que estão indo a essa hora da madrugada? Alías eu nem gosto da palavra madrugada, pra mim é dia e noite, se ta claro é dia, se ta escuro é noite, outra coisa que não gosto é falar que depois da meia noite é outro dia, o outro dia só chega quando fica claro ou quando eu durmo e acordo com o dia já claro. Ouço um relógio despertar já seria a hora de acordar? Mas ainda nem dormi. Era o relógio do meu companheiro de quarto ele se levanta, nem me diz bom dia, acho que ele nem sabe onde está ainda, se tem pecado maior nessa vida é o de obrigar o homem acordar cedo para ganhar o seu pão. Agora sim consigo ascender à luz, consigo ler o que escrevi e era assim que as palavras estavam no papel:

Amor! É por ele que não durmo!

Amor, é por você que vivo!

Queria ser qualquer coisa que pudesse invadir seu quarto agora e te roubar um beijo, assim me tornaria um criminoso. Será que você iria me denunciar por tal ato?

Eu queria mesmo era te beijar, mas se não pudesse, velar seu sono já me deixaria bastante feliz.

Amor é assim que eu vou te chamar agora. Ou você tem vergonha de eu te chamar assim na frente dos outros?

Amor quero teus beijos e teus abraços, quero teu olhar se cruzando com o meu.

Amor, cadê você?

Será que você pensa em mim?

Amor posso te ligar de madrugada?

Amor… Te amo!!!

Sete e pouco da manhã, hora de levantar o relógio já despertou!

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